O Movimento 1128 não apela ao vandalismo. No entanto daremos conta de todas as mensagens Monárquicas, publicitaremos todas as intervenções que demonstrem genuinidade, intervenção, objectividade mas sobretudo que ajudem os Portugueses a não esquecerem as suas origens, e que mais opções têm para o futuro.
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Retratos
Às voltas por Portugal o Movimento 1128 foi dar com estas imagens em Évora. Já têm algum tempo, mas nunca é tarde para recordar que a Monarquia em Portugal está viva, às vezes em formas mais ou menos agradáveis, mas viva.
O Movimento 1128 não apela ao vandalismo. No entanto daremos conta de todas as mensagens Monárquicas, publicitaremos todas as intervenções que demonstrem genuinidade, intervenção, objectividade mas sobretudo que ajudem os Portugueses a não esquecerem as suas origens, e que mais opções têm para o futuro.

O Movimento 1128 não apela ao vandalismo. No entanto daremos conta de todas as mensagens Monárquicas, publicitaremos todas as intervenções que demonstrem genuinidade, intervenção, objectividade mas sobretudo que ajudem os Portugueses a não esquecerem as suas origens, e que mais opções têm para o futuro.
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
2010 tempo de balanços, por Rui Monteiro
Passados 2 anos chegamos a 2010 e ao famoso Centenário da República ou melhor a comemoração de algo que não sabemos bem porque parece que tem dois intervalos 1910-1926 e 1974-2010, o resto para alguns não foi republica. O facto faz-me pensar, afinal é centenário ou vamos fazer contas … 16+36 = 52 … Se de 1926 a 1974 não foi republica então vamos comemorar 52 em vez de 100 anos ? Gostava que também me indicassem quem foi a Sua Magestade que governou de 1926 a 1974 para bem do Povo Português. Falta rigor matemático republicano, afinal 48 anos da republica foram em Ditadura que é pouco compatível com os ideais Republicanos … muito menos da Ética Republicana que foi esquecida nesses anos.
Mas convém aqui fazer uma pausa e reflectir, há 2 anos quando comecei este blogue não era algo popular e muito menos símbolo de respeito … talvez mais gozo da amnésia populista. Existiam Foruns Monárquicos na internet que talvez pelo efeito Obhama e do Facebook deixaram de ter sentido de existir, um bocado como o PPM no sentido em que não representa todos os monárquicos e só existe para os dividir. A Causa Monárquica era tema Tabu há 2 anos, os monárquicos nem de perto estavam organizados e acima de tudo crentes no valores sem terem medo de o dizer publicamente. Esperamos que depois de 2010 cresçamos …
Tenho exercido a minha cidadania de várias formas : como webmaster do Realistas ( http://www.realistas.org ) e deste blogue, como webmaster do Esquerda Monárquica (http://esquerdamonarquica.wordpress.com ), como sócio fundador do Instituto da Democracia Portuguesa ( http://idp.somosportugueses.com ), como militante de um partido político, e acima de tudo como Português. Enquanto houver a luta pela Liberdade e pela Democracia contem comigo, aliás como D.Duarte já o disse “Não há Monarquia sem Democracia”.
Hoje o panorama é diferente basta ver os grupos monárquicos organizados no Facebook, basta ver os blogues e as organizações monárquicas fieis a SAR D.Duarte de Bragança que não acreditam em pseudo-loucos com a mania de que Italia é o berço da família real ou então de outros que não se sabe bem porque andam nisto mas fazem o carnaval que já nos habituámos. Os monárquicos têm hoje a Causa Real presidida por uma pessoa de peso como Paulo Teixeira Pinto e as Reais Associações para se juntarem na acção que este país precisa.
As pessoas que o são já o dizem convictamente que são “Monárquicos” sem o medo de represálias de palhaços com falta de cultura ou de civismo. Manifestações como o 31 da Armada e o seu hastear de bandeira acenderam o rastilho, o Desembarque da Normandia Azul e Branca no dia 5 de Outubro de 2009 deram o mote e exemplificaram a Liberdade de Expressão, afinal o 25 de Abril de 1974 não foi feito só para os republicanos mas para todos os portugueses dos quais os Monárquicos não são excepção.
Nada se conquista sem esforço e sem o acreditar ! Este é o momento da União !
Um Bom Ano 2010 para todos os Portugueses e em especial para SAR D.Duarte de Bragança e sua família.
São os meus votos
Rui Monteiro
Webmaster
p.s. : ainda não esquecemos, não somos insensíveis
* 548 mil desempregados
* cerca de 1,850 milhões de portugueses recebem pensão de velhice
* 300 mil recebem pensão de invalidez
* 380 mil recebem o rendimento social de inserção.
* Para apoiar estes 3,078 milhões de portugueses, trabalham somente 5,020 milhões de portugueses.
IN: causamonarquica.wordpress.com
Mas convém aqui fazer uma pausa e reflectir, há 2 anos quando comecei este blogue não era algo popular e muito menos símbolo de respeito … talvez mais gozo da amnésia populista. Existiam Foruns Monárquicos na internet que talvez pelo efeito Obhama e do Facebook deixaram de ter sentido de existir, um bocado como o PPM no sentido em que não representa todos os monárquicos e só existe para os dividir. A Causa Monárquica era tema Tabu há 2 anos, os monárquicos nem de perto estavam organizados e acima de tudo crentes no valores sem terem medo de o dizer publicamente. Esperamos que depois de 2010 cresçamos …
Tenho exercido a minha cidadania de várias formas : como webmaster do Realistas ( http://www.realistas.org ) e deste blogue, como webmaster do Esquerda Monárquica (http://esquerdamonarquica.wordpress.com ), como sócio fundador do Instituto da Democracia Portuguesa ( http://idp.somosportugueses.com ), como militante de um partido político, e acima de tudo como Português. Enquanto houver a luta pela Liberdade e pela Democracia contem comigo, aliás como D.Duarte já o disse “Não há Monarquia sem Democracia”.
Hoje o panorama é diferente basta ver os grupos monárquicos organizados no Facebook, basta ver os blogues e as organizações monárquicas fieis a SAR D.Duarte de Bragança que não acreditam em pseudo-loucos com a mania de que Italia é o berço da família real ou então de outros que não se sabe bem porque andam nisto mas fazem o carnaval que já nos habituámos. Os monárquicos têm hoje a Causa Real presidida por uma pessoa de peso como Paulo Teixeira Pinto e as Reais Associações para se juntarem na acção que este país precisa.
As pessoas que o são já o dizem convictamente que são “Monárquicos” sem o medo de represálias de palhaços com falta de cultura ou de civismo. Manifestações como o 31 da Armada e o seu hastear de bandeira acenderam o rastilho, o Desembarque da Normandia Azul e Branca no dia 5 de Outubro de 2009 deram o mote e exemplificaram a Liberdade de Expressão, afinal o 25 de Abril de 1974 não foi feito só para os republicanos mas para todos os portugueses dos quais os Monárquicos não são excepção.
Nada se conquista sem esforço e sem o acreditar ! Este é o momento da União !
Um Bom Ano 2010 para todos os Portugueses e em especial para SAR D.Duarte de Bragança e sua família.
São os meus votos
Rui Monteiro
Webmaster
p.s. : ainda não esquecemos, não somos insensíveis
* 548 mil desempregados
* cerca de 1,850 milhões de portugueses recebem pensão de velhice
* 300 mil recebem pensão de invalidez
* 380 mil recebem o rendimento social de inserção.
* Para apoiar estes 3,078 milhões de portugueses, trabalham somente 5,020 milhões de portugueses.
IN: causamonarquica.wordpress.com
sábado, 26 de dezembro de 2009
Mensagem de Natal
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«Um pequeno sacrifício de muitos pode ajudar a salvar situações catastróficas. É nestes momentos de crise que a parte boa de todos os seres humanos, como a bondade e a ajuda ao próximo, pode fazer a diferença. É fundamental passar uma mensagem de esperança.» - Dona Isabel de Bragança
(in CARAS n.º 709 - 14/03/2009)
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
1º de Dezembro 2009
Pela primeira vez em cem anos o castelo de Guimarães teve a bandeira que lhe pertence. A verdadeira bandeira de Portugal foi hasteada na tarde de 1 de Dezembro em memória de todos aqueles que restauraram a independência de Portugal em 1640.
Pela restauração da Monarquia em Portugal.
Movimento 1128
Pela restauração da Monarquia em Portugal.
Movimento 1128
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Mensagem de S.A.R., Dom Duarte de Bragança, 1 de Dezembro de 2009
Portugal atravessa uma grave crise económica com reflexos políticos e sociais preocupantes. A crise financeira e económica internacional não constitui justificação suficiente para o estado em que se encontra o País: torna-se evidente que, quando esta se desvanecer, a crise estrutural interna permanecerá.
O País está doente e maltratado. Adivinham-se tempos difíceis: as instituições do Estado estão fragilizadas; o desemprego aumenta e a pobreza alastra; o sistema educativo tem sido contestado por alunos e professores ; a insegurança, a criminalidade organizada – violenta e económica – e a corrupção, multiplicam-se; o poder judicial está ameaçado por falta de meios materiais e por legislação absolutamente desajustada das realidades. Nunca é demais relembrar que, onde não há Justiça, não há Democracia.
São muitas as vozes autorizadas e insuspeitas – como as da Cáritas e da AMI – que têm vindo a alertar para a vergonha da pobreza estrutural que existe no nosso País – acima dos 40%. De facto, se não se agir agora, as gerações futuras não nos perdoarão!
É chegado o momento de olharmos para o nosso Portugal tão desaproveitado nos seus recursos materiais e sobretudo na capacidade das nossas gentes, particularmente no interior onde me desloquei em
numerosas visitas a convite das Câmaras Municipais, tendo compartilhado as alegrias e preocupações de populações tantas vezes esquecidas.
Saibamos apoiar as organizações de voluntários que generosamente trabalham para resolver os problemas, desde as mais antigas, como as Santas Casas da Misericórdia, até às mais recente, leigas ou religiosas. Torna-se imperioso que o Estado colabore melhor com elas em vez de desperdiçar recursos e prejudicar o que temos e fazemos de bem. Temos de nos lembrar que tudo o que o Estado gasta é pago por nós ou será pago pelos nossos filhos…
Saibamos defender o equilíbrio do meio ambiente e da nossa paisagem humanizada, temas em que, desde sempre, me tenho empenhado e que necessitam do envolvimento de todos.
Saibamos lutar pela promoção da Lusofonia e solidariedade entre os países membros da CPLP, como uma causa de importância decisiva do nosso futuro comum. Quero saudar o Brasil, terra da minha Mãe, onde a acção determinada do Presidente Lula da Silva tem possibilitado o estreitar das relações especiais que sempre existiram com Portugal.
Com a União Europeia temos um válido projecto político e económico comum, mas falta-lhe uma “ alma “, porque, infelizmente, quem decidiu recusou-se a reconhecer a matriz cristã da nossa cultura…
Mas é na Comunidade Lusófona que encontramos “a nossa família”, e os laços de família são mais fortes do que os interesses económicos, são de natureza afectiva. Mas nunca esqueçamos que, se não forem devidamente cuidados, o mais certo é desaparecerem…
Saibamos preservar instituições fundamentais da Sociedade como a Família. Esta, como outras, está sujeita a um desgaste sem precedentes visando a sua dissolução.
Ela é, na verdade, a base da construção de uma sociedade fortalecida no espírito de entreajuda, respeito pela vida humana e formação responsável, valores que, só no seu seio, são susceptíveis de ser naturalmente assimilados. Só por esta via, sairá reforçada a liberdade de consciência que permitirá, a cada um e a todos, resistir, preservando-a das crescentes tentativas abusivas de ingerência externa que pretendem impor novos conceitos de “família”.
É na Família, e não pelo Estado, que já hoje – e como o futuro próximo se encarregará de demonstrar – se desenvolve incondicionalmente o verdadeiro espírito de solidariedade para com os seus membros mais necessitados, seja na doença ou na pobreza.
É na Família que se constroem os alicerces de educação, respeito e disciplina, tão necessários à organização social, relativamente aos quais o Estado só consegue desenvolver acções complementares e pontuais.
Tudo isto porque a vida social autêntica e equilibrada tem início na consciência individual que cada um vai formando no seu próprio ambiente familiar.
Chegou a hora de acordar as consciências e reunir vontades para levantar Portugal, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse.
O futuro de Portugal tem de ser encarado com esperança assente num projecto para o País tal como fez, há seis séculos e no auge de outra crise, o nosso maior herói, D. Nuno Álvares Pereira.
O Condestável Nun’ Alvares colocou convicta e corajosamente, num invulgar espírito de serviço, todo o seu talento, competência e generosidade na defesa da independência e da identidade nacional, cujo projecto foi transformado num ideal grandioso de Pátria e de Missão o qual, pouco tempo depois, permitiu abrir “ novos mundos ao Mundo”.
O seu exemplo de abnegação, coragem na luta pelas suas justas convicções e amor por Portugal, deverá ser fonte de inspiração para todos os Portugueses, como felizmente parecem comprovar as inúmeras manifestações civis e militares que, espontaneamente, têm surgido, de Norte a Sul, no País.
Vem a propósito recordar a importância que o Condestável atribuía à liderança, disciplina e motivação nas Forças Armadas, e particularmente na formação cívica de jovens militares, numa altura em que o Colégio
Militar, a mais antiga Instituição Militar de Ensino da Europa é vítima de uma campanha de fins dissimulados. É bom realçar que, há mais de dois séculos, esta honrada e sólida Instituição tem formado gerações de jovens que vieram a prestar relevantes serviços à Pátria, quantas vezes com o preço da própria vida.
Numa época conturbada como a que se vive hoje em Portugal, prepara-se, com grande despesismo, a comemoração, em 2010, do centenário da República.
Tratarei desse tema em ocasião mais apropriada. Apenas saliento que a actual “terceira República“,de constituição Democrática , é bastante semelhante à Monarquia vigente em 1910. A diferença maior está na Chefia de Estado, de eleição periódica por sufrágio universal, na República, e de permanência vitalícia na Monarquia, salvo no caso dos Portugueses, democraticamente, num caso extremo, promoverem a substituição do Rei .
Eu não duvido que uma Chefia de Estado independente dos poderes políticos e económicos, livre de pressões, respeitadora das instituições e defensora do seu correcto funcionamento, alheia a querelas partidárias e a favoritismos, preocupada com o longo prazo e não com imediatismos influenciados por calendários eleitorais é o complemento fundamental que a Monarquia pode oferecer a um Estado moderno.
Não é por acaso que, as Democracias mais desenvolvidas e estáveis da União Europeia são Monarquias.
Em vários países do Norte da Europa ouvi destacados políticos afirmarem que “vivemos em República, mas o nosso Rei é o melhor defensor da nossa República”. Chegou o tempo de os portugueses pensarem com coragem e em consciência se, o que se entende por República, não seria melhor servida por um Rei?
Estou convicto que saberemos encontrar o nosso caminho, discernindo as nossas prioridades, e encontrando pacificamente, as melhores soluções para o verdadeiro progresso do País.
Apelo a todos, autoridades e políticos, autarcas eleitos, empresários, agricultores, profissionais do sector público ou privado, apelo aos que se vêm no desemprego, aos estudantes e reformados, apelo à Igreja e aos cultos confessionais, aos que emigram e imigram, que ponham as suas capacidades ao serviço de Portugal.
É tempo de solidariedade, é tempo de acção e de esperança num futuro melhor para as gerações dos nossos descendentes.
Servir Portugal, estar próximo dos portugueses, essa foi a Herança que recebi e que aqui uma vez mais assumo, e que, com a minha Mulher, também transmitirei aos nossos filhos!
Viva Portugal!
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www.casarealportuguesa.org
O País está doente e maltratado. Adivinham-se tempos difíceis: as instituições do Estado estão fragilizadas; o desemprego aumenta e a pobreza alastra; o sistema educativo tem sido contestado por alunos e professores ; a insegurança, a criminalidade organizada – violenta e económica – e a corrupção, multiplicam-se; o poder judicial está ameaçado por falta de meios materiais e por legislação absolutamente desajustada das realidades. Nunca é demais relembrar que, onde não há Justiça, não há Democracia.
São muitas as vozes autorizadas e insuspeitas – como as da Cáritas e da AMI – que têm vindo a alertar para a vergonha da pobreza estrutural que existe no nosso País – acima dos 40%. De facto, se não se agir agora, as gerações futuras não nos perdoarão!
É chegado o momento de olharmos para o nosso Portugal tão desaproveitado nos seus recursos materiais e sobretudo na capacidade das nossas gentes, particularmente no interior onde me desloquei em
numerosas visitas a convite das Câmaras Municipais, tendo compartilhado as alegrias e preocupações de populações tantas vezes esquecidas.
Saibamos apoiar as organizações de voluntários que generosamente trabalham para resolver os problemas, desde as mais antigas, como as Santas Casas da Misericórdia, até às mais recente, leigas ou religiosas. Torna-se imperioso que o Estado colabore melhor com elas em vez de desperdiçar recursos e prejudicar o que temos e fazemos de bem. Temos de nos lembrar que tudo o que o Estado gasta é pago por nós ou será pago pelos nossos filhos…
Saibamos defender o equilíbrio do meio ambiente e da nossa paisagem humanizada, temas em que, desde sempre, me tenho empenhado e que necessitam do envolvimento de todos.
Saibamos lutar pela promoção da Lusofonia e solidariedade entre os países membros da CPLP, como uma causa de importância decisiva do nosso futuro comum. Quero saudar o Brasil, terra da minha Mãe, onde a acção determinada do Presidente Lula da Silva tem possibilitado o estreitar das relações especiais que sempre existiram com Portugal.
Com a União Europeia temos um válido projecto político e económico comum, mas falta-lhe uma “ alma “, porque, infelizmente, quem decidiu recusou-se a reconhecer a matriz cristã da nossa cultura…
Mas é na Comunidade Lusófona que encontramos “a nossa família”, e os laços de família são mais fortes do que os interesses económicos, são de natureza afectiva. Mas nunca esqueçamos que, se não forem devidamente cuidados, o mais certo é desaparecerem…
Saibamos preservar instituições fundamentais da Sociedade como a Família. Esta, como outras, está sujeita a um desgaste sem precedentes visando a sua dissolução.
Ela é, na verdade, a base da construção de uma sociedade fortalecida no espírito de entreajuda, respeito pela vida humana e formação responsável, valores que, só no seu seio, são susceptíveis de ser naturalmente assimilados. Só por esta via, sairá reforçada a liberdade de consciência que permitirá, a cada um e a todos, resistir, preservando-a das crescentes tentativas abusivas de ingerência externa que pretendem impor novos conceitos de “família”.
É na Família, e não pelo Estado, que já hoje – e como o futuro próximo se encarregará de demonstrar – se desenvolve incondicionalmente o verdadeiro espírito de solidariedade para com os seus membros mais necessitados, seja na doença ou na pobreza.
É na Família que se constroem os alicerces de educação, respeito e disciplina, tão necessários à organização social, relativamente aos quais o Estado só consegue desenvolver acções complementares e pontuais.
Tudo isto porque a vida social autêntica e equilibrada tem início na consciência individual que cada um vai formando no seu próprio ambiente familiar.
Chegou a hora de acordar as consciências e reunir vontades para levantar Portugal, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse.
O futuro de Portugal tem de ser encarado com esperança assente num projecto para o País tal como fez, há seis séculos e no auge de outra crise, o nosso maior herói, D. Nuno Álvares Pereira.
O Condestável Nun’ Alvares colocou convicta e corajosamente, num invulgar espírito de serviço, todo o seu talento, competência e generosidade na defesa da independência e da identidade nacional, cujo projecto foi transformado num ideal grandioso de Pátria e de Missão o qual, pouco tempo depois, permitiu abrir “ novos mundos ao Mundo”.
O seu exemplo de abnegação, coragem na luta pelas suas justas convicções e amor por Portugal, deverá ser fonte de inspiração para todos os Portugueses, como felizmente parecem comprovar as inúmeras manifestações civis e militares que, espontaneamente, têm surgido, de Norte a Sul, no País.
Vem a propósito recordar a importância que o Condestável atribuía à liderança, disciplina e motivação nas Forças Armadas, e particularmente na formação cívica de jovens militares, numa altura em que o Colégio
Militar, a mais antiga Instituição Militar de Ensino da Europa é vítima de uma campanha de fins dissimulados. É bom realçar que, há mais de dois séculos, esta honrada e sólida Instituição tem formado gerações de jovens que vieram a prestar relevantes serviços à Pátria, quantas vezes com o preço da própria vida.
Numa época conturbada como a que se vive hoje em Portugal, prepara-se, com grande despesismo, a comemoração, em 2010, do centenário da República.
Tratarei desse tema em ocasião mais apropriada. Apenas saliento que a actual “terceira República“,de constituição Democrática , é bastante semelhante à Monarquia vigente em 1910. A diferença maior está na Chefia de Estado, de eleição periódica por sufrágio universal, na República, e de permanência vitalícia na Monarquia, salvo no caso dos Portugueses, democraticamente, num caso extremo, promoverem a substituição do Rei .
Eu não duvido que uma Chefia de Estado independente dos poderes políticos e económicos, livre de pressões, respeitadora das instituições e defensora do seu correcto funcionamento, alheia a querelas partidárias e a favoritismos, preocupada com o longo prazo e não com imediatismos influenciados por calendários eleitorais é o complemento fundamental que a Monarquia pode oferecer a um Estado moderno.
Não é por acaso que, as Democracias mais desenvolvidas e estáveis da União Europeia são Monarquias.
Em vários países do Norte da Europa ouvi destacados políticos afirmarem que “vivemos em República, mas o nosso Rei é o melhor defensor da nossa República”. Chegou o tempo de os portugueses pensarem com coragem e em consciência se, o que se entende por República, não seria melhor servida por um Rei?
Estou convicto que saberemos encontrar o nosso caminho, discernindo as nossas prioridades, e encontrando pacificamente, as melhores soluções para o verdadeiro progresso do País.
Apelo a todos, autoridades e políticos, autarcas eleitos, empresários, agricultores, profissionais do sector público ou privado, apelo aos que se vêm no desemprego, aos estudantes e reformados, apelo à Igreja e aos cultos confessionais, aos que emigram e imigram, que ponham as suas capacidades ao serviço de Portugal.
É tempo de solidariedade, é tempo de acção e de esperança num futuro melhor para as gerações dos nossos descendentes.
Servir Portugal, estar próximo dos portugueses, essa foi a Herança que recebi e que aqui uma vez mais assumo, e que, com a minha Mulher, também transmitirei aos nossos filhos!
Viva Portugal!
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sábado, 28 de novembro de 2009
Mais uma bandeira colocada em Guimarães
domingo, 8 de novembro de 2009
A Monarquia chegou ao futebol em Guimarães.
Guimarães 7 de Novembro.
No estádio D. Afonso Henriques no jogo a contar para o campeonato nacional de futebol, contra o braga, uma das claques do Vitória, os White Angels, exibiu a bandeira da monarquia.
Esta é uma prova de que a Monarquia esta viva, de boa saúde e despida de preconceitos elitistas pré concebidos.
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
Tributo
Hoje que faz uma semana que foi hasteada a verdadeira bandeira de Portugal em Guimarães, vimos deixar esta mensagem de tributo a todos os grupos identificados ou anónimos que nos inspiraram e que nos fizeram acreditar que podemos fazer alguma coisa, ainda que de forma meramente simbólica, para que a Monarquia renasça em Portugal, ou pelo menos para que a República seja madura o suficiente para permitir que seja, ela própria, referendada.
Deixamos os vídeos do hastear da bandeira Monárquica em Lisboa, Porto, Caldas da Rainha, Esposende e Cascais.
Porque que o nosso objectivo é apenas apelar a causa Monárquica, e não nos seguimos por modas, agradecemos em especial aos pioneiros (31 da Armada) e aos demais grupos anónimos.
Do mesmo modo e para além da questão do regime, somos defensores duma discussão em torno da questão da bandeira. Somos defensores duma discussão na sociedade portuguesa que faça discutir e perceber as origens da matiz da nossa bandeira; que faça concluir-se que, independentemente dos regimes, a bandeira de Portugal, do nosso país, se deve manter em conformidade com as suas origens.
O Movimento 1128 faz desta forma o tributo a todos os que pensam como nós e querem fazer algo para que a Monarquia regresse a Portugal.
Do berço de Portugal um apelo a Real Causa Nacional.
MOVIMENTO 1128
Deixamos os vídeos do hastear da bandeira Monárquica em Lisboa, Porto, Caldas da Rainha, Esposende e Cascais.
Porque que o nosso objectivo é apenas apelar a causa Monárquica, e não nos seguimos por modas, agradecemos em especial aos pioneiros (31 da Armada) e aos demais grupos anónimos.
Do mesmo modo e para além da questão do regime, somos defensores duma discussão em torno da questão da bandeira. Somos defensores duma discussão na sociedade portuguesa que faça discutir e perceber as origens da matiz da nossa bandeira; que faça concluir-se que, independentemente dos regimes, a bandeira de Portugal, do nosso país, se deve manter em conformidade com as suas origens.
O Movimento 1128 faz desta forma o tributo a todos os que pensam como nós e querem fazer algo para que a Monarquia regresse a Portugal.
Do berço de Portugal um apelo a Real Causa Nacional.
MOVIMENTO 1128
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
domingo, 4 de outubro de 2009
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